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Movimentos da Música Brasileira

Movimentos da MPB INTRODUÇÃO
A Música Popular Brasileira é uma das expressões artísticas mais criativas do planeta. Numa viagem através das principais épocas de nossa música, no transcorrer de mais de um século, várias gerações de talentos que produziram e continuam produzindo a nossa MPB.
Em 2003, a banda “Mecânica dos Solos” lançou no “Circuito Cultural Banco do Brasil”, o show “Movimentos da Música Brasileira – Todas as Gerações da MPB”.
Esse show posteriormente, daria origem a uma série de 6 shows específicos, um para cada movimento da MPB, englobados num projeto que faz um mapeamento da nossa música, contando fatos e interpretando canções que marcaram época, como segue:

Show nº 1: NAQUELE TEMPO


O Choro e a Época de Ouro

Show nº 2: A BOSSA DE CARA NOVA

Chega de Saudade

Show nº 3: MPM – MÚSICA POPULAR MODERNA

A MPB Pós Bossa Nova

Show nº 4: O CLUBE DA ESQUINA

A Música de Minas Gerais

Show nº 5: MÚSICA POP BRASILEIRA

A MPB POP e o Soul

Show nº 6 : MOVIMENTOS DA MÚSICA BRASILEIRA

Todas as Gerações da MPB

Visitando esses movimentos, discorrem sobre características marcantes e sobre seus principais representantes, interpretando com linguagem musical própria, músicas significativas desses movimentos.

Projeto:


MOVIMENTOS DA MÚSICA BRASILEIRA

Todas as Gerações da MPB





Show nº 1: NAQUELE TEMPO

O Choro e a Época de Ouro





O CHORO (1870 à 1920)

Gênero tipicamente brasileiro, deriva de uma adaptação local do modo de interpretar a polca. Por volta de 1870, torna-se popular a formação instrumental composta de violão, cavaquinho e flauta. Esses conjuntos acompanham serenatas noturnas, em que o repertório costuma incluir polcas e modinhas. A maneira maliciosa e "chorosa" de tocar a flauta acaba dando origem ao novo gênero.

Eles nacionalizam a música estrangeira, fazendo com que nas primeiras décadas do século XX, a polca, o xote, o tango e a havaneira estivessem sob a denominação genérica de choro.

Mais tarde, Villa-Lobos inclui o gênero em sua extensa lista de obras, dedicando-lhe importante espaço na série Choros.

Representantes: Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga, Joaquim Calado, Ernesto Nazareth, Altamiro Carrilho, Valdir Azedo, Jacob do Bandolin e outros.





A ÉPOCA DE OURO – (Samba - Samba Canção - Marcha) - (Anos 30, 40 e 50)

Na chamada Época de Ouro a música popular brasileira se profissionaliza, vive uma de suas etapas mais férteis e estabelece padrões que vigorarão pelo resto do século.

A Época de ouro originou-se da conjunção de três fatores: a chegada ao Brasil do rádio, da gravação eletromagnética do som e do cinema falado; Foi a necessidade de preenchimentos dos quadros das diversas rádios e gravadoras surgidas na ocasião que propiciou o aproveitamento desses talentos.

O início dos anos trinta é marcado pelo processo de cristalização e expansão do samba e da marchinha.

Desencadeia-se no cinema brasileiro o ciclo da comédia musical, que reinaria por mais de vinte anos. Um lucrativo negócio, esses filmes tinham como chamariz a apresentação na tela de nossos cantores populares, na maioria das vezes interpretando música carnavalesca. Não existindo na época a televisão, o cinema era o veículo ideal para mostrar a imagem desses cantores, conhecida pelo grande público através de fotografias publicadas na imprensa.

Representantes: Ari Barroso, Noel Rosa, Dorival Caymmi, Cartola, Adoniran Barbosa, Lupicínio Rodrigues e outros.





Show nº 2:  A BOSSA DE CARA NOVA

Chega de Saudade

Dando uma nova cara à Bossa Nova, a banda “MECÂNICA DOS SOLOS” visita a música brasileira mais influente no cenário internacional, dentro do Projeto “MOVIMENTOS DA MÚSICA BRASILEIRA - Todas as Gerações da MPB”.
Neste show, a banda Interpreta canções significativas do movimento, dando ênfase à músicas menos conhecidas do público, mas também belíssimas.
Com linguagem musical própria, compoem novos arranjos para Tom Jobim, Vinícius de Moraes, João Gilberto, Carlos Lyra, Roberto Menescal, Ronaldo Bôscoli, Marcos Valle, Johnny Alf, João Donato e outros.
Além disso, mostram a influência que a Bossa Nova herdou de artistas como Jonny Alf e Garoto, que antecederam o movimento e também a herança deixada pela Bossa a outros movimentos da música brasileira.
Algumas curiosidades e passagens históricas são citadas, como a da música “Chega de Saudade”, de Tom & Vinícius, que é considerada a primeira música da Bossa Nova, gravada em 58 por Elizete Cardoso acompanhada pelo violão de João Gilberto, que faz uma apologia à vida, à beleza, ao otimismo, marcando o rompimento com o estilo “dor de cotovelo” do antigo “Samba Canção”.





Show nº 3: MPM – MÚSICA POPULAR MODERNA

A MPB Pós Bossa Nova



No show, “MPM – Música Popular Moderna - A MPB pós Bossa Nova” a banda destaca a música que nasceu nos festivais da canção, produzidos pelas principais emissoras de TV no final da década de 60, prolongando-se pela década de 70, misturando-se com outro movimento importante que surgia, a Tropicália.

A música, desse movimento herdou a incontestável riqueza harmônica e melódica de seus antecessores, que criaram a Bossa Nova e foi também marcada por letras fortes, como reação ao agravamento da repressão política e da censura.

O musicólogo Zuza Homem de Mello classifica esse movimento como MPM – Música Popular Moderna, dentro da nossa MPB.

No repertório, Chico Buarque, Edu Lobo, João Bosco, Djavan, Ivan Lins, entre outros...





Show nº 4 : O CLUBE DA ESQUINA

A Música de Minas Gerais





Milton Nascimento, ao ser lançado como grande nome da MPB, valoriza o grupo de compositores e músicos mineiros reunidos em torno do Clube da Esquina.

O nome Clube da Esquina, foi inocentemente batizado por Dona Maricota, a mãe de Lô Borges, que nunca achava o filho em casa e reclamava: “Deve estar no Clube da Esquina”, uma certa esquina de Belo Horizonte onde os amigos Lô, Beto Guedes, Milton Nascimento e outros músicos se reuniam.

A Banda Mecânica dos Solos com arranjos inéditos, faz uma releitura desse importante movimento da MPB, visitando seus principais representantes: Milton Nascimento, Beto Guedes, Lô Borges, Flávio Venturini, Wagner Tiso e Toninho Horta e outros.




Show nº 5: MÚSICA POP BRASILEIRA

O SOUL E O POP





A música brasileira mais uma vez incorpora e transforma ritmos estrangeiros produzindo resultados interessantes, como no caso da Soul Music e o Funk, a música negra americana. Seus principais representantes são Tim Maia, Cassiano, Sandra Sá, Banda Black Rio entre outros.

Esboçado desde os anos 50 pelos irmãos Tony e Celly Campelo, o rock brasileiro é acalentado nos anos 60 tanto por integrantes da Jovem Guarda quanto por tropicalistas. Nos anos 70 resiste através de grupos como O Terço e Made in Brazil. Desgarrada dos Mutantes, Rita Lee, ao lado de Raul Seixas, são os maiores representantes do rock brasileiro dos anos 70. Nos anos 80, o rock brasileiro se firma no mercado. Nomes consagrados da MPB cedem espaço nas paradas de sucesso a artistas influenciados pelas novas tendências internacionais. Seus principais representantes são Paralamas do Sucesso, Cazuza, Marina Lima, Lulu Santos, Lobão, Marisa Monte, Ed Mota, Cassia Eller, Jorge Vercilo e outros.





Show nº 6: MOVIMENTOS DA MÚSICA BRASILEIRA

Todas as Gerações da MPB




Movimentos da Música Brasileira é o show onde a banda Mecânica dos Solos, faz uma viagem através das principais épocas de nossa música, no transcorrer de mais de um século. Foi uma geração inteira de talentos, que continua produzindo e gerando frutos, confirmando que a música brasileira é uma das expressões artísticas mais criativas do planeta.

Mostrando cronologicamente esses movimentos, discorrem sobre  características que os marcaram e seus principais representantes, interpretando com linguagem musical própria, músicas significativas desses gêneros, ilustrando movimentos como O Choro (1870 À 1920), A Época De Ouro (Anos 30, 40 E 50) , A Música Nordestina (Anos 40 E 50), A Bossa Nova  (Anos 60)  , A Mpm (Anos 70), O Clube Da Esquina (Anos 70), O Soul (Anos 70), A Música Instrumental (Anos 70), A Tropicália (Anos 70), O Rock (Anos 80), O Nosso Tempo (Anos 90)